Chegou aos nossos ouvidos que a Clutch teria chegado ao fim na Rua 2. Mas, pelo que conseguimos apurar, a decisão não teria acontecido por causa de um único problema. Na verdade, algumas situações foram se acumulando com o tempo até chegar ao ponto em que continuar já não parecia fazer tanto sentido.

Procurado pela nossa equipe, Koda, embaixador da Rua 2 e líder da Clutch, contou que, depois de praticamente um ano à frente da fraternidade, sentiu que precisava dar uma pausa. A Clutch acabou ocupando uma parte muito grande da sua rotina, entre eventos, lore, dinâmicas, recrutamentos, movimentação dos membros e toda a preocupação em tentar manter a fraternidade sempre ativa.
Com o tempo, aquilo que antes era divertido começou a ficar cansativo. Koda percebeu que, se continuasse naquele ritmo, poderia acabar fazendo as coisas mais por obrigação do que por vontade, e isso poderia fazer com que perdesse o carinho que construiu pela Clutch.
“Eu tava sempre pensando no que fazer, em evento, lore, dinâmica, recrutamento, em como movimentar os membros, no que dava pra melhorar… e por mais que eu tenha amado fazer tudo isso, chegou um momento em que começou a ser mais cansativo do que divertido.”
Mas não foi só isso.
Alguns membros, que preferiram não se identificar, também falaram sobre outros problemas que teriam contribuído para esse desgaste. Entre eles estão os problemas técnicos da cidade durante os eventos, principalmente aquelas situações em que os próprios players não conseguem “se enxergar”.
Também existe uma cobrança para que as fraternidades estejam o tempo inteiro criando eventos, movimentando a cidade e trazendo coisas novas. Para quem já está há bastante tempo na Rua 2, isso teria começado a deixar a experiência um pouco cansativa.
Outro ponto citado foi o horário em que algumas lores acontecem. Segundo integrantes, determinadas atividades acabam começando tarde demais, o que dificulta a participação de quem precisa acordar cedo no dia seguinte.
Apesar de tudo isso, Koda não trata o momento como algo necessariamente ruim. Para ele, a Clutch viveu muita coisa dentro da Rua 2. Foram histórias, eventos, amizades e relações criadas com outras fraternidades.
“Não vejo nossa saída como algo triste ou como se alguma coisa tivesse dado errado. Muito pelo contrário. Acho que estou conseguindo parar num momento em que ainda consigo olhar pra tudo que construímos e sentir orgulho e carinho.”
E talvez seja justamente por isso que Koda prefira chamar o momento de hiato, e não de um fim definitivo. A ideia seria se afastar sem precisar carregar a pressão de pensar todos os dias no que a Clutch vai fazer ou no que precisa ser preparado.
“Quero ter um tempo em que eu não precise acordar pensando no que a Clutch vai fazer hoje ou no que precisa ser preparado pra amanhã. Quero voltar a sentir saudade dela.”
Bom, pelo menos era isso que Koda dizia dias atrás.
Agora, a história ganhou um novo capítulo. Koda foi aos stories e demonstrou seu descontentamento após afirmar que, em uma conversa com uma pessoa que preferiu identificar apenas como “L”, teria ouvido que existiria um certo “favoritismo” em relação a algumas fraternidades.

Segundo Koda, ele também teria descoberto que determinadas fraternidades receberiam muito mais benefícios e propostas do que outras. A declaração, claro, acabou levantando ainda mais dúvidas sobre tudo o que teria acontecido nos bastidores.
Então fica a pergunta: a Clutch realmente chegou ao fim ou estamos apenas diante de um “até breve”?