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INFAMOUS FASHION SHOW: POR DENTRO DO EVENTO QUE MARCOU O INÍCIO DE UMA NOVA ERA


No dia 05 de junho, o Infamous Fashion Show saiu do papel e se tornou realidade, e com ele vieram histórias de bastidor, emoções inesperadas e um capítulo novo para todos os envolvidos. A ELLU conversou com parte do time que esteve à frente do evento para entender o que foi viver o Infamous de perto.

Os ensaios e a construção do espetáculo

Antes de qualquer holofote, o Infamous foi construído nos bastidores dos ensaios. Para Venetia, modelo presente no desfile, a preparação foi essencial e surpreendentemente fluida. “A Diana coordenou bem todos, explicou claramente como devíamos fazer e rapidinho todo mundo pegou e o ensaio fluiu perfeitamente”, conta. Com muitos modelos no casting, o desafio era garantir que cada um tivesse seu momento e, segundo ela, isso aconteceu. A cooperação do elenco foi determinante: sem esse alinhamento coletivo, o resultado na passarela seria outro. “Cada um teve seu destaque de alguma maneira, seja na passarela ou nos looks em si”, afirma.

O dia do desfile trouxe uma realização que Venetia ainda estava processando ao falar com a ELLU. Ela admite que nunca imaginou chegar tão longe e estar no Infamous representou exatamente isso: uma conquista que vai além do evento em si. “Foi uma grande realização pessoal e como modelo também.” O que mais a surpreendeu, porém, não foi o glamour da passarela, mas sim a engrenagem invisível que fez tudo funcionar. O backstage, a organização, a proporção do evento tudo rodando com precisão, mesmo com um número expressivo de modelos envolvidos. “Todo esse processo funcionou muito bem”, destaca. E quando o resultado apareceu na passarela, a sensação foi de completude. “Ver o resultado nas passarelas foi ainda mais gratificante. Foi perfeito fazer parte do início de tudo” e ela faz questão de enfatizar o “início”, o Infamous não foi apenas um desfile, foi o primeiro de uma história que está só começando, e Venetia sabe que esteve lá desde o primeiro capítulo.

A edição que finalmente satisfez

Do lado da imagem, Aika estava à frente de toda a parte visual pela Viper. E o Infamous marcou algo além do evento em si marcou uma virada na sua relação com o próprio trabalho. “Eu sempre fui muito insegura em relação às minhas entregas, mas este ano sinto que consegui atingir as minhas expectativas sobre o que eu queria que as fotos transmitissem”, afirma. Ao lado de Madison, que pensava junto cada conceito, e de Keket, que foi seu braço direito durante o processo, o volume de material foi finalizado com qualidade e intenção.

Aika descreve o processo de edição como uma construção constante, muitas decisões só faziam sentido quando a foto estava quase pronta. “Era quando parávamos para olhar e pensar: ‘Está 100% pronto?’ ou ‘Será que ainda precisa de mais algum ajuste?’.” Um exemplo que ela cita foi a adição das luzes na foto da balada e as dúvidas sobre usar neve ou não na divulgação da Aspen. Decisões pequenas que, no conjunto, definiram o resultado final.

Mas o Infamous também guardou uma memória mais pessoal para ela. Com quase três anos colaborando com a Viper e hoje como embaixadora da marca, Aika tinha expectativas altas para o primeiro Fashion Show.

O evento estava extremamente cheio e, por limitações da plataforma, ela ficou invisível para praticamente todos e não conseguiu desfilar como planejado. “Foi algo que me deixou muito chateada. Eu realmente não imaginava que ficaria tão abalada com a situação.” Ela conseguiu aparecer na entrada final, junto às Viperas, mas reconhece que não era a experiência que tinha imaginado. Ainda assim, mantém a perspectiva: “No final das contas, o evento foi um sucesso, e acho que essas situações também fazem parte da trajetória de produzir algo tão grande quanto os Fashion Shows da Viper.”

Levando o Infamous para quem não estava lá

Para quem acompanhou de fora, a transmissão oficial foi a janela para o evento. Junior, responsável por conduzir a cobertura ao vivo, descreve a experiência como inesquecível. Com o apoio do Team Viper Couture, das influenciadoras convidadas e das gestões das cidades, a transmissão foi além dos desfiles: mostrou bastidores, performances, a energia dos shows e toda a atmosfera do evento. “Acho que conseguimos capturar a grandiosidade do Infamous e fazer com que quem assistia de casa se sentisse parte daquele momento.”

Para ele, o Infamous também foi uma escola. Ver a coleção passar por Nova Orleans, Moscou, Tóquio e Paris, cada cidade com sua própria identidade, foi algo marcante. “A cada dia procurei melhorar as transmissões, aperfeiçoar a apresentação e entregar uma experiência cada vez melhor para o público.”

As Dolls em uma nova cidade, em uma nova era

O Infamous também foi palco de um momento simbólico para as Dolls. Para Victor, estar no evento representou o início de um novo capítulo. “Essa mudança para uma cidade com essa atmosfera sombria, misteriosa e sobrenatural conversa diretamente com a proposta da nossa nova era”, explica. A presença no Fashion Show funcionou como pano de fundo para o rebranding do projeto, uma transição do universo universitário que marcou as Dolls por três anos para algo sobrenatural e repleto de novas possibilidades criativas.

“Eu descreveria como uma evolução natural e necessária”, diz Victor sobre a mudança. “O universo universitário foi marcante, mas era um cenário que já tinha sido muito explorado. Como eu sempre guiei as Dolls sabendo que o projeto é movido por mudanças, senti que era a hora de dar um passo além.” O rebranding, segundo ele, passa por tudo: estética, regras e a construção da lore.

Bloodlines: o que vem depois de Beverly Hills

Por trás da Bloodlines, a cidade que hoje lidera o engajamento no sobrenatural dentro do FiveM, está Duke. Para ele, o maior desafio não é técnico, é manter a comunidade animada e engajada a cada novidade. “É gratificante demais ver o pessoal realmente vivendo a experiência sobrenatural da Bloodlines e fazendo a história acontecer no dia a dia.”

O diferencial da cidade, segundo Duke, está nos modos de jogo: um ecossistema que atende tanto quem busca competição mais mecânica entre clãs quanto quem vive para as disputas narrativas e o desenvolvimento da lore. “O segredo é nunca estagnar.”

A Bloodlines não surgiu do nada. O projeto já estava sendo construído nos bastidores antes mesmo do fim de Beverly Hills, que, por sua vez, foi a primeira cidade universitária do cenário e deixou uma marca clara. “Tudo tem seu ciclo”, reflete Duke. “Sentimos que já tínhamos explorado praticamente todos os pontos possíveis do RP universitário.” A nova cidade se inspirou em referências de séries e filmes teens de sobrenatural misturadas com elementos de MMORPG, criando um mundo que, nas palavras dele, “superou as expectativas.”

O Infamous Fashion Show foi, ao mesmo tempo, evento, vitrine e ponto de virada. Para cada um dos envolvidos, o dia 05 de junho ficará guardado por razões diferentes, mas todos saíram de lá com a certeza de que fizeram parte de algo que estava apenas começando.